Ok, eu confesso... estava sem vontade de escrever! A rotina, o dia-a-dia, as loucuras desse mundo... tudo isso contribui prá gente acabar se afastando do que dá prazer de verdade. Amo despejar sentimentos e emoções, amo admirar um texto meu; sim, eu sei, sou egocêntrica ás vezes. Mas em minha concepção faço isso tão bem feito que meu riso de contentamento e satisfação, quando um texto meu está pronto, é inevitável.
Nesses nove meses muita coisa aconteceu. Sofri dois acidentes de carro (já superados!), troquei de emprego, me formei na faculdade, comi uma paçoca com maconha, beijei um gay, fui madrinha de casamento, trabalhei em dois encontros de jovens, deixei encostado num canto aquela paixão mal resolvida, reencontrei um amor de adolescente e não senti mais aquele frio na espinha. Revi uma amiga do ensino médico, aprendi a fazer panquecas, fui em festa surpresa de aniversário, tive algumas crises de TPM e chorei, no mínimo, trezendos e cinquenta litros de lágrimas. Conheci Adele e sua perfeita "Set fire To The Rain". Engordei alguns quilos, fortaleci meus laços familiares, ouvi coisas horríveis de uma pessoa que faz parte de mim, senti meu coração ser partido, juntei todos os cacos e segui em frente. Fiz novos amigos, rolei no chão brincando com a Giuliana e sinto uma saudade constante do Pedro Henrique. Apertei meu pai algumas vezes, beijei minha mãe outras tantas, descuti uma centena de vezes com minha irmã, mas nada que durasse mais do que uma semana.
Em um apanhado geral, acredito que foi isso. Claro, ainda existem as entrelinhas; mas prefiro que cada um viaje prá onde quiser.
Mais do que 1/4 de século!
12 de abr. de 2012
29 de jul. de 2011
Tudo bem - Lulu Santos
"Já não tenho dedos prá contar,
de quantos barrancos despenquei,
e quantas pedras me atiraram,
ou quantas atirei.
Tanta farpa, tanta mentira,
tanta falta do que dizer,
nem sempre é 'so easy' se viver.
Hoje eu não consigo me lembrar,
de quantas janelas me atirei,
e quanto rastro de incompreensão,
eu já deixei.
Tantos bons, quantos maus motivos,
tantas vezes desilusão,
quase nunca a vida é um balão.
Mas o teu amor me cura,
de uma loucura qualquer.
É encostar no seu peito,
e se isso for algum defeito,
por mim tudo bem."
14 de jun. de 2011
Fomos passear no Parque
Domingo fui ao Playcenter com o Pedro, meu afilhado. Prá quem não conhece, o Play é um parque de diversões que, na "minha época", bombava. Hoje em dia o lugar está meio decadente, e mesmo assim, foi bacana à beça. Pedroca é um menino legal de mais e estar com ele um Domingo todo, foi fantástico.Hoje, mais do que nunca, enxergo todo amor que sinto pela mãe dele exposto no Pedro. Admiro o jeito como ele fala, como ele brinca, sua lealdade aos amigos; eu gosto até das artes que ele apronta. Um menino doce, lindo e encantador.
O tamanho do amor não se explica, não se mensura. Tenho muito orgulho desse sorrisinho torto e de todas as vezes que eu ouço a palavra "Madrinha" vindo da boca dele.
31 de mai. de 2011
Adeus, Maio!
Maio foi um mês muito tenso prá mim; graças a Deus ele acaba hoje!
Depois conto maiores detalhes...
Depois conto maiores detalhes...
28 de abr. de 2011
2.7
Fiz aniversário de novo... no último Sábado, 23/04, comemorei 27 anos! Como o tempo passa rápido, um piscar de olhos.
Lembro de ter 12 anos e achar que minha vida estava prestes a se acabar quando minha mãe decidiu me mudar de escola. Aos 15 me mudei de novo de colégio, dessa vez prá um onde só tinha galera do ensino médio. Com 17 fazia cursinho e tinha certeza que passar na Unicamp, Fuvest e Unesp seria moleza, mesmo frequentando uma em cada quatro aulas na Poli. Aos 18 tirei carta e também foi ano de Copa, 2002; Brasil campeão. Foi também nesse ano que me apaixonei da forma mais verdadeira e bonita, pelo meu afilhado, Pedro Henrique. Com 19 senti a dor mais triste, a perda da minha avó querida; em contrapartida, também arrumei meu primeiro emprego, entrei prá faculdade, ganhei meu espaço. Aos 22 mudei de área e descobri o queria ser quando crescesse. Com 25 me apaixonei de novo, dessa vez por uma princesa carioca, minha afilhada, Giuliana. E agora eu tô aqui, com todos esses 27 anos.
Fazendo um balanço geral, até aqui, acho que saí ganhando. A vida me deu algumas rasteiras, ninguém vive só de coisas boas. Mas todas as vezes que caí, que fraquejei, tinha sempre alguém prá me dar a mão, prá dar aquele puxão de orelha ou mesmo uma palavra de conformo.
Deus é muito generoso comigo; me deu toda a estabilidade de uma família maravilhosa; me deu amigos que eu sei que dariam a vida por mim; agregou pessoas que já são parte da minha história; me fez guerreira e vencedora. Não posso pedir mais nada, por que com certeza estou em dívida com Ele.
Obrigada!
Lembro de ter 12 anos e achar que minha vida estava prestes a se acabar quando minha mãe decidiu me mudar de escola. Aos 15 me mudei de novo de colégio, dessa vez prá um onde só tinha galera do ensino médio. Com 17 fazia cursinho e tinha certeza que passar na Unicamp, Fuvest e Unesp seria moleza, mesmo frequentando uma em cada quatro aulas na Poli. Aos 18 tirei carta e também foi ano de Copa, 2002; Brasil campeão. Foi também nesse ano que me apaixonei da forma mais verdadeira e bonita, pelo meu afilhado, Pedro Henrique. Com 19 senti a dor mais triste, a perda da minha avó querida; em contrapartida, também arrumei meu primeiro emprego, entrei prá faculdade, ganhei meu espaço. Aos 22 mudei de área e descobri o queria ser quando crescesse. Com 25 me apaixonei de novo, dessa vez por uma princesa carioca, minha afilhada, Giuliana. E agora eu tô aqui, com todos esses 27 anos.
Fazendo um balanço geral, até aqui, acho que saí ganhando. A vida me deu algumas rasteiras, ninguém vive só de coisas boas. Mas todas as vezes que caí, que fraquejei, tinha sempre alguém prá me dar a mão, prá dar aquele puxão de orelha ou mesmo uma palavra de conformo.
Deus é muito generoso comigo; me deu toda a estabilidade de uma família maravilhosa; me deu amigos que eu sei que dariam a vida por mim; agregou pessoas que já são parte da minha história; me fez guerreira e vencedora. Não posso pedir mais nada, por que com certeza estou em dívida com Ele.
Obrigada!
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